Planorbis:
Planorbis corneus, eles vivem em condições extremas, de pH ácido 6,2 até em pH
muito alcalino 8,5. São comuns de serem encontrados e costumam desovar embaixo de folhas de plantas, mas podem colocar ovos em qualquer lugar dentro do aquário. Eles possuem as mais diversas colorações, sendo as mais comuns a marrom, a dourada e a variação albina conhecida como Red Ramshorn. Quando a população fica muito grande e não há algas no aquário eles podem comer as plantas, fazendo buracos nas folhas mais de plantas moles ou folhas mais jovens de plantas duras. São ótimos consumidores de restos de ração, peixes e demais animais mortos, algas como filamentosas, Green spot e outras, não comem cianobactérias e nem algas petecas.
Physas:
As Physas possuem quase as mesmas características dos Planorbis, porém elas costumam sair do aquário na falta de alimentos, dificilmente atacam as plantas, mas pode acontecer em situações de escassez de alimentos. São extremamente prolíficos podendo gerar descendentes rapidamente, mas seus ovos não possuem casca e são um ótimo alimento para os peixes, o que gera um controle natural.
Ampulárias:

Planorbis corneus, eles vivem em condições extremas, de pH ácido 6,2 até em pH
Physas:
As Physas possuem quase as mesmas características dos Planorbis, porém elas costumam sair do aquário na falta de alimentos, dificilmente atacam as plantas, mas pode acontecer em situações de escassez de alimentos. São extremamente prolíficos podendo gerar descendentes rapidamente, mas seus ovos não possuem casca e são um ótimo alimento para os peixes, o que gera um controle natural.
Ampulárias:
Pomacea bridgesi, a Ampulária é o caramujo mais “famoso” dos aquários do mundo, primeiro pelo seu tamanho, passando facilmente dos 10cm quando adulta, pela sua cor amarela e por sua voracidade por algas. A Ampulária, é hemafrodita, porém prefere um parceiro para reprodução, porém pode gerar ovos mesmo quando é a única no aquário, apesar de raro acontece. Seus ovos são colocados fora da água em um casulo em forma de cacho de uvas, depois os filhotes nascem e caem na água. A Ampulária, prefere algas porém se este alimento faltar ou se ela simplesmente estiver com vontade ira comer as plantas, preferindo as mais moles e menores (carpetes de Cuba ou Glossos podem sofrer)
Neritinas:

Neritinas:
Neritina natalensis, Neritina Zebra, é um dos caramujos de aquário mais bonito que temos até então, suas cores são bonitas e vibrantes, são ótimas comedoras de algas as preferindo a não ser que não existam mais outra alternativa que não sejam as plantas. Ela não se reproduz em cativeiro pois os filhotes necessitam de água salobra e com parâmetros certos para crescimento, o que a transforma em uma boa alternativa no aquário, porém existe um inconveniente, elas continuam botando os ovos, que grudam em todos os cantos do aquário deixando vários pontos brancos e que dão um bom trabalho para remover já que não nascem filhotes dele.
Melanóides:

Melanóides:
Melanóides tuberculata, também conhecido como caramujo trombeta, é uma das espécies mais comuns nos aquários, sua carapaça é alongada (por isso “caramujo trombeta) e tem hábitos notívagos. Se alimenta de material em decomposição e algas e tem como característica se enterrar no substrato durante o dia, o que faz dele inconveniente em aquários plantados, já que a camada fértil pode entrar em contato com a água e causar problemas. Sua reprodução se dá através de partenogênese, onde a fêmea é responsável pela fecundação do óvulo sem a necessidade do gameta masculino.
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